Supercomputador da Campus Party custa dezenas de milhões de reais

Mauro Horita/Terra 
Ainda que algum dos sete mil campuseiros que estão na Arena, na Campus Party Brasil, não entenda de dados técnicos, não é difícil reconhecer a megacapacidade do computador central do maior evento geek do planeta.

Em entrevista exclusiva, Ari Falarini, diretor geral de redes da Telefônica|Vivo, contou que a aparelhagem da Campus, capaz de abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes, custou "dezenas de milhões de reais".

O supercomputador, que fica no coração do pavilhão do Anhembi Parque, é protegido por paredes de vidro e forte ar-condicionado interno. Não é para menos. Ele é responsável pelo dobro da capacidade de rede em relação ao ano passado.

Em 2011, a rede total era de 10 Gbps. Nesta edição, a rede disponível é de 20 GBps, somados a mais 20 GBps de reserva, liberáveis caso a conexão de 100 Mbps chegue perto do limite.

"O cálculo da quantidade de placas de rede disponíveis é feito a partir do histórico do evento, que aumenta de 30% a 40% todo ano", afirmou Falarini sobre a Campus, que está, atualmente, na 5 edição no Brasil. Além disso, caso o "teto" da internet estoure, mesmo com os 40GBps, é possível instalar mais placas de rede para aumentar ainda mais a capacidade da máquina, que é o cérebro do evento.

"A idéia é o supercomputador servir para o propósito do evento, que é fazer o usuário experimentar algo novo, algo sem limitação. Este é o conceito da Campus", encerrou Falarini. É notável que, na terça-feira, quando um temporal atingiu a cidade de São Paulo e molhou o pavilhão, a internet não sofreu queda nem lentidão, como na edição passada quando uma situação similar aconteceu.

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