Lançada versão 4.3 do LibreOffice - Reproduzindo


"Melhor substituto do Microsoft Office continua gratuito e vem conquistando cada vez mais adeptos"

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RIO – Foi lançada nesta quarta-feira a versão 4.3 do LibreOffice, poderosa suíte de programas no estilo do Office da Microsoft. Trata-se da mais avançada suite Office livre e de código aberto do mercado, composta pelo processador de textos Writer, a planilha Calc, o editor de apresentações Impress, a aplicação de desenho e fluxogramas Draw, o banco de dados Base e o editor de equações Math, entre outros componentes. A versão está disponível para Linux x64, Mac OS X e Windows.

Os melhoramentos da nova versão afetam os programas Writer, Calc, Draw e Impress, abrangendo o núcleo do software, filtros, interface gráfica, localização (novos idiomas), scripting, API e compatibilidade da plataforma.

O LibreOffice é inteiramente traduzido para português brasileiro, já contemplando a nova ortografia, sendo capaz de ler e gravar em todos os formatos proprietários da Microsoft e em vários outros. Para empresas e usuários finais com orçamento reduzido é a opção ideal, considerando que, antes de pôr em prática seus planos de baratear produtos, a Microsoft vende o Microsoft Office Home and Business por R$ 649,00; o Professional por R$ 1.179,00; e só o Microsoft Word avulso custa R$ 309.

— Há mais de cinco anos abandonei o Office da Microsoft e venho usando o LibreOffice, antes chamado OpenOffice, sem qualquer problema. Aliás, em algumas situações acho o software ainda melhor que o da Microsoft, com a vantagem que os desenvolvedores do LibreOffice não estão preocupados em mexer e “melhorar” a interface a cada nova versão — diz um veterano profissional de TI. — Essa coisa de mexer no visual e na interface só faz irritar o usuário, que tem que reaprender muita coisa a cada upgrade que a Microsoft faz. No LibreOffice, com raríssimas exceções, tudo continua no lugar de antes. Com a vantagem de ser grátis. Não consegui mais pagar pelas licenças da suíte da Microsoft e este foi o motivo que me fez migrar para a suíte aberta. E conheço muitos que estão se “libertando” também.

Para baixar a nova versão, o link é <https://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja/libreoffice-novo/>.

O LibreOffice é desenvolvido como software livre, um trabalho compartilhado com o mundo de maneira não restritiva pela “The Document Foundation”.

“Acreditamos que os usuários devem ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software que distribuímos. Mesmo que nossa oferta seja de um LibreOffice sem custo, o software livre é antes de mais nada um assunto de liberdade e não de preço. Trabalhamos por estas liberdades por que acreditamos que todos os usuários as merecem”, diz a fundação.

“Buscamos eliminar o abismo digital e dar poderes a todos os cidadãos, apoiamos a preservação dos idiomas nativos e queremos evitar que os usuários fiquem presos a software fechados e proprietários e a formatos de arquivos proprietários, sem liberdade. Trabalhamos para atingir nossas metas, provendo acesso a nossas ferramentas de produtividade sem custo. Além disso encorajarmos as traduções, documentação e suporte de nosso software no idioma de cada usuário, e promovemos e participamos ativamente na criação e no desenvolvimento de padrões abertos e software livre com processos transparentes, abertos e de revisão por pares”, complementa a instituição.

O código-fonte de toda a suíte está disponível para download gratuito por desenvolvedores e estudantes de programação. O projeto LibreOffice tem o apoio da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) e algumas universidades, como UFPR, Unicamp, UFES, UFSC, Unesp, UFMS e USP.

Originalmente postado aqui, onde também devem ser dados os devidos créditos e agradecimentos: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/lancada-versao-43-do-libreoffice-13430185

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