sexta-feira, 8 de agosto de 2014

VI Maratona de Software Livre


Vem aí a nossa VI Maratona de Software Livre. Serão 2 dias de evento e será realizado nos dias 29 e 30 de agosto de 2014, no ICEx - Instituto de Ciências Exatas UFF – Universidade Federal Fluminense – Campus Aterrado.

O evento é aberto para a comunidade em geral e contará com palestras e oficinas. As palestras serao realizadas na sexta-feira a partir das 07h30 e as oficinas serão realizadas no sábado de 8h às 18h. Conheça as oficinas e faça a sua inscrição, pois as vagas são limitadas.

Algumas oficinas precisam de Notebook.


Divulgue na Comunidade Escolar e faça parte você também!


ICEx - Instituto de Ciências Exatas
UFF – Universidade Federal Fluminense – Campus Aterrado
Endereço: Rua Desembargador Ellis Hermydio Figueira, nº 783
Aterrado – Volta Redonda – Rio de Janeiro
Bloco B – Sala 301
29 e 30 de Agosto de 2014
7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

VI Fórum de Software Livre de Duque de Caxias


Sobre o VI FSLDC

É com grande satisfação que o projeto AgendaLivre.org apresenta a sexta edição do FSLDC - Fórum de Software Livre de Duque de Caxias. Este evento, que vem se destacando como referência para a comunidade de Software Livre no Estado do Rio de Janeiro, visa promover a utilização do Software Livre, incentivar a sua adoção no meio acadêmico, empresarial e diversas instâncias de governo. Nos últimos 6 anos, diversas personalidades nacionais e internacionais do Software Livre passaram por aqui, dentre elas Jon Maddog Hall, diretor executivo da Linux International, que já esteve conosco em duas edições e Rasmus Lerdorf, criador da Linguagem PHP.
Tradicionalmente, durante o FSLDC, são apresentadas palestras técnicas, painéis e casos de sucesso nas áreas empresarial, acadêmica e pública de uso e desenvolvimento de Software Livre, além de minicursos e workshops.
Anualmente, Duque de Caxias abre as portas para o Software Livre e torna-se ponto de encontro das comunidades para troca de idéias, discussão de projetos e debates em torno desse tema. Venha você também participar desse espetáculo do desenvolvimento colaborativo, seja como participante, palestrante ou voluntário.

Sejam bem-vindos ao VI FSLDC!


Chamada de Trabalhos

A programação do VI FSLDC é colaborativa. 
Você pode participar como palestrante enviando uma proposta de atividade. 
Inscreva sua palestra aqui até o dia 10 de setembro!


As palestras são organizadas nas seguintes trilhas:

  • Desenvolvimento
  • Administração de Sistemas
  • Mobile
  • Segurança
  • Ecossistema do Software Livre
  • Negócios e Cases de Sucesso
  • Multimídia
  • Educação e Inclusão Digital

Cronograma de submissão de trabalhos:

  • Chamada de trabalhos: 04 de agosto até 10 de setembro.
  • Divulgação da lista de propostas aprovadas: Até 30 de setembro
  • Divulgação da programação preliminar: Até 10 de outubro

Local do evento

Com localização privilegiada, a cidade de Duque de Caxias, um dos maiores Pólos Industriais do país, tem acesso rápido e facilitado a toda malha viária nacional, incluindo as principais rodovias e linhas expressas do país: Rodovia Presidente Dutra, Rio - Magé, Washington Luiz e Linha Vermelha, tornando a cidade a melhor opção de negócios que acontecem em toda região. Duque de Caxias é sede da maior refinaria do país, indústria de polímeros, pólo de gás químico, parque gráfico do jornal O Globo, INMETRO, SELMA e diversos centros de armazenagens industriais, além de um grande shopping e de uma das maiores universidades do Estado, a UNIGRANRIO.

Hotel Mont Blanc
Rua Passos da Pátria, 105, 25 de Agosto, Duque de Caxias - RJ

 

Fonte e Créditos: aqui
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sábado, 2 de agosto de 2014

Curso de Moodle Gratuíto da ACADTEC - Divulgando

Estamos com o nosso curso de Moodle por tempo limitado, liberado gratuitamente aos nossos alunos, se você não está cadastrado, basta realizar o cadastro antes e imediatamente se cadastrar no curso.

Você não sabe o que é o Moodle?

É um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o Learning Management System (Sistema de gestão da aprendizagem) em trabalho colaborativo baseado nesse programa, acessível através da Internet ou de rede local. Em linguagem coloquial, em língua inglesa o verbo "to moodle" descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo tempo.

Utilizado principalmente num contexto de e-learning ou b-learning, o programa permite a criação de cursos "on-line", páginas de disciplinas, grupos de trabalho e comunidades de aprendizagem, estando disponível em 75 línguas diferentes. Conta com 25.000 websites registados, em 175 países.


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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Assistindo canais de TV por assinatura no Ubuntu


Caminho das pedras:

Passo 1

- Baixe o XBMC 12.3 neste link http://xbmc.org/download/ ou instale-o pela Central de Progamas Ubuntu (recomendado), neste link.
Passo 2: Mudando a língua (opcional)

- Vá em system/settings/aparence/internacional/e mude para “Portuguese (Brazil)”





Clique no icone da casinha na parte inferior da tela para voltar a tela principal. Agora presione a barra invertida (\) no seu teclado para deixar no modo janela.
Passo 3: Configurações necessárias

Agora baixe o arquivo “LiveStreams Plug-in 1.1.2br.zip” neste link. Volte ao XBMC e selecione a pasta onde foi feito o download do plugin (geralmente fica na pasta downloads), clique no plugin e de “Ok”.





Volte a tela inicial do XBMC e vá em videos /add-ons de video. Lá terá um arquivo chamado “Live Streams”: click com o botão direito do mouse até aparecer um menu como na imagem abaixo:


Vá em “Add Source” e clique em “Choose File”, escolhendo na setinha a lista de canais em xml que você irá baixar neste link.


Após escolher o XML, volte a tela inicial e vá em videos/add-ons/live streams novamente. Na aba .xml Database, deixe marcado a opção “Browse and play from .xml Database”.


Agora volte a tela inicial do XBMC e vá em videos/add-ons/live streams. Selecione a lista e escolha o canal. Pronto, agora e só assistir como na imagem abaixo:




Tenha as listas sempre atualizadas na comunidade XBMC Brasil no Facebook: https://www.facebook.com/xbmcbr

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Lançada versão 4.3 do LibreOffice - Reproduzindo


"Melhor substituto do Microsoft Office continua gratuito e vem conquistando cada vez mais adeptos"

por 

RIO – Foi lançada nesta quarta-feira a versão 4.3 do LibreOffice, poderosa suíte de programas no estilo do Office da Microsoft. Trata-se da mais avançada suite Office livre e de código aberto do mercado, composta pelo processador de textos Writer, a planilha Calc, o editor de apresentações Impress, a aplicação de desenho e fluxogramas Draw, o banco de dados Base e o editor de equações Math, entre outros componentes. A versão está disponível para Linux x64, Mac OS X e Windows.

Os melhoramentos da nova versão afetam os programas Writer, Calc, Draw e Impress, abrangendo o núcleo do software, filtros, interface gráfica, localização (novos idiomas), scripting, API e compatibilidade da plataforma.

O LibreOffice é inteiramente traduzido para português brasileiro, já contemplando a nova ortografia, sendo capaz de ler e gravar em todos os formatos proprietários da Microsoft e em vários outros. Para empresas e usuários finais com orçamento reduzido é a opção ideal, considerando que, antes de pôr em prática seus planos de baratear produtos, a Microsoft vende o Microsoft Office Home and Business por R$ 649,00; o Professional por R$ 1.179,00; e só o Microsoft Word avulso custa R$ 309.

— Há mais de cinco anos abandonei o Office da Microsoft e venho usando o LibreOffice, antes chamado OpenOffice, sem qualquer problema. Aliás, em algumas situações acho o software ainda melhor que o da Microsoft, com a vantagem que os desenvolvedores do LibreOffice não estão preocupados em mexer e “melhorar” a interface a cada nova versão — diz um veterano profissional de TI. — Essa coisa de mexer no visual e na interface só faz irritar o usuário, que tem que reaprender muita coisa a cada upgrade que a Microsoft faz. No LibreOffice, com raríssimas exceções, tudo continua no lugar de antes. Com a vantagem de ser grátis. Não consegui mais pagar pelas licenças da suíte da Microsoft e este foi o motivo que me fez migrar para a suíte aberta. E conheço muitos que estão se “libertando” também.

Para baixar a nova versão, o link é <https://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja/libreoffice-novo/>.

O LibreOffice é desenvolvido como software livre, um trabalho compartilhado com o mundo de maneira não restritiva pela “The Document Foundation”.

“Acreditamos que os usuários devem ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e melhorar o software que distribuímos. Mesmo que nossa oferta seja de um LibreOffice sem custo, o software livre é antes de mais nada um assunto de liberdade e não de preço. Trabalhamos por estas liberdades por que acreditamos que todos os usuários as merecem”, diz a fundação.

“Buscamos eliminar o abismo digital e dar poderes a todos os cidadãos, apoiamos a preservação dos idiomas nativos e queremos evitar que os usuários fiquem presos a software fechados e proprietários e a formatos de arquivos proprietários, sem liberdade. Trabalhamos para atingir nossas metas, provendo acesso a nossas ferramentas de produtividade sem custo. Além disso encorajarmos as traduções, documentação e suporte de nosso software no idioma de cada usuário, e promovemos e participamos ativamente na criação e no desenvolvimento de padrões abertos e software livre com processos transparentes, abertos e de revisão por pares”, complementa a instituição.

O código-fonte de toda a suíte está disponível para download gratuito por desenvolvedores e estudantes de programação. O projeto LibreOffice tem o apoio da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa) e algumas universidades, como UFPR, Unicamp, UFES, UFSC, Unesp, UFMS e USP.

Originalmente postado aqui, onde também devem ser dados os devidos créditos e agradecimentos: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/lancada-versao-43-do-libreoffice-13430185
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Disco com 18 LEDs RGB controlados por 1 Arduino


Em minhas pesquisas por projetos interessantes e com base no que pude ver nesta página http://www.efeitonerd.com.br/2012/10/disco-rgb-sequencial-18-canais.html

Veja abaixo o vídeo original do site citado acima:

Depois de ver o trabalho do autor Fellipe Couto, resolvi fazer o meu disco, neste trabalho o diferencial, nesse caso, é a quantidade de LEDs (18), que no caso do projeto original são 12 LEDs e a forma que encontrei para armazenar o material ou como dizem o acabamento.

Vejam a seguir o vídeo que fiz para falar sobre o projeto original e mostra a vocês o resultado do trabalho que fiz.



Abaixo deixarei o esquema de ligação de 6 LEDs ao Arduino.

Abaixo estou deixando o esquema de ligação completo de todos terminais ao Arduino, lembrando que usei no exemplo de montagem, abaixo um Arduino lilypad, somente por ser redondo, porém a pinagem é a mesma do Arduino UNO, etc...







E a seguir o código fonte, que foi escrito pelo autor original do projeto, ao qual devem ser dados os devidos créditos pelo seu trabalho.
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terça-feira, 29 de julho de 2014

Animação sobre o LibreOffice



A Comunidade LibreOffice Brasil fez uma parceria com a empresa Ricolândia, sediada no Rio de Janeiro e desta parceria foi produzida uma animação sobre o LibreOffice. A animação teve o seu lançamento no Ciclo de Palestras Software Livre do SINDPD-RJ na segunda-feira (28/07/2014) e foi todo criado com ferramentas de código aberto.


A Comunidade LibreOffice Brasil agradece imensamente ao produtor da animação, Ricardo Graça que nos contemplou com este belíssimo trabalho.
Assista aqui:



Fontes:

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Se até algum tempo atrás o sonho de muita criança era ser bombeiro, médico ou engenheiro, recentemente a tecnologia abriu novos horizontes para algumas delas desde muito cedo.

O Giorgio faz parte de uma das sete turmas da primeira escola de programação e robótica do Brasil voltada exclusivamente para crianças. Nas aulas semanais, ele compartilha a adoração pelos videogames e inclusive o sonho de ser um desenvolvedor no futuro. 

Interessante é que apesar de tão novos, a criatividade e ambição de alguns já vão além dos games.

Outros surpreendem até com um certo espírito empreendedor.

Aqui nesta escola, na zona sul de São Paulo, crianças a partir dos sete anos aprendem a se tornar criadores de tecnologia e não apenas consumidores. No curso, que tem duração de quatro anos, a escola ensinar o desenvolvimento de programas, jogos eletrônicos e pequenos robôs. Em paralelo, os pequenos ainda aprendem inglês.

No primeiro contato com o mundo do desenvolvimento, a criança aprende a programar usando uma linguagem totalmente visual; a ideia é entender primeiro a lógica da programação para depois dar passos maiores.

Em uma segunda fase, as crianças a aprendem os princípios da robótica e também a criar games mais complexos em 3D.

A escola de programação para crianças é um projeto novo e inédito no país. A ideia veio quando Giroto tentava emplacar uma startup no Vale do Silício, na Califórnia. Na época, empresários e celebridades americanos como Mark Zuckerberg e Bill Gates se uniram para propagar a importância do ensino de programação desde a infância. Foi então que ele abandonou a empresa e resolveu trazer a ideia para cá.

Na Coréia do Sul, a programação – assim como o inglês – já faz parte do currículo escolar das crianças. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama inclusive já se pronunciou em público sobre a importância de os pequenos aprenderem a linguagem do futuro na escola.

Aqui no Brasil, alguns alunos descobriram a novidade por iniciativa própria, mas a maioria foi incentivada pelos pais pela oportunidade de ter mais uma ferramenta que lhes possibilite um melhor desenvolvimento profissional e criativo no futuro.

Com o lema “ aprender se divertindo”, o dia a dia da criançada aqui é bem diferente da escola tradicional. Ninguém faz questão de férias, feriados e, perder aula…nem pensar.

E você, o que acha? Será que a programação se tornou realmente tão importante quanto aprender um segundo idioma? Será que o Brasil vai conseguir seguir mais essa tendência mundial? Participe e deixe seu comentário.
Fonte e Créditos: aqui
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segunda-feira, 28 de julho de 2014


Para quem ainda não conhece o GNUGRAF, ele é o primeiro evento de computação gráfica com software livre do Brasil. O evento é totalmente direcionado para profissionais da área de Áudio, Animação, Vídeo, Produção Gráfica e Design de Jogos.

Uma das filosofias do GNUGRAF é dar a oportunidade aos profissionais dessas áreas, demostrarem seus trabalhos, interagir com o público e trocar experiências com outros profissionais.

A estrutura do evento conta com 16 palestras e 12 minicursos ministrados em 2 dias tudo de graça para o público.


Missão:

  • Mostrar ao mercado que é possível produzir conteúdo multimídia de qualidade utilizando somente software livre em todo o processo.
  • Fazer com que cada vez mais pessoas possam ter acesso a este tipo de conhecimento sem que com isto precisem investir quantidades exorbitantes em softwares ou caírem na ilegalidade.
  • Estreitar laços entre profissionais da área, público e empresas para que o desenvolvimento desses softwares cresça exponencialmente.

Frutos já colhidos do evento:

Com muito orgulho que divulgamos 2 projetos que já nasceram no evento.

VRLivreStudio – Suite gráfica destinada a educadores para criação de projetos multimídia.

O Mundo de Ur – RPG online todo criado em software livre. http://www.ramos3d.com.br/

Mais informações acesse: http://gnugraf.org/

Dia: 19/09 e 20/09

Horário: 09:00 às 18:00

Local do evento

Inscrição de palestrantes e oficineiros

Inscrição de caravanas

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Postagem retirada do Blog do Diolinux... postado aqui para compartilhar conhecimento... Créditos no final do post...

Editar vídeos no Linux, pelo menos para mim, tem se tornando uma tarefa mais fácil a cada dia por conta do Kdenlive.



Gostaria demonstrar a vocês a complexidade de se fazer um vídeo como este "Especial Dia do Rock" que eu fiz.

Foram aproximadamente 2 horas para a gravação das cenas e posteriormente 6 horas de edição mais ou menos, o Kdenlive possui muito recursos, mais do que você possa imaginar, várias pessoas já me pediram tutoriais sobre o Kdenlive e eu pretendo fazer alguns, ou pelo menos um para mostrar o básico dele, ensinar a editar vídeo é uma coisa complicada pois envolve a criatividade e isso parte de cada pessoa. Abaixo você consegue ver uma progressão da edição do vídeo que comentei.




Como o Kdenlive não permite a sobreposição de determinados efeitos a maneira mais eficaz foi sobrepor trilhas, no caso foram usadas 11 trilhas de vídeo e mais umas 4 de audio, o resultado final você vê logo abaixo:


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LibreOffice mais Colorido - Paleta de Cores


Se você acha que a paleta de cores do LibreOffice poderia ter mais cores, ou então se você está sempre querendo usar cores diferentes para obter um trabalho mais personalizado e sofisticado... Há uma solução colorida e elegante...

No site www.openlogic.com encontrei uma paleta de cores para o LibreOffice, com mais opções. E o que mais chama a atenção é que ensinam como foi feita, os cuidados que tiveram, etc e o resultado ficou muito bom:

São muitas opções

Instalação:

Faça o download do arquivo .zip na página github.com/fkereki/LibreOffice-Colors/

depois descompacte o arquivo
Será extraída a pasta "LibreOffice-Colors-master". Entre nela, copie o arquivo "colors.soc"
Na sua pasta pessoal, dê "CTRL + H" para exibir pastas ocultas


A seguir, no linux, vá em /HOME/.config/libreoffice/4/user/config/ (para usuários de Windows e Mac OSX vejam aqui onde encontrar a pasta que precisamos)
Cole o arquivo colors.soc
Renomeie o arquivo standard.soc para standard.soc.backup (é só adicionar .backup ao final do nome do arquivo)

Renomeie aquele arquivo colors.soc para standard.soc, 


Pronto
Basta abrir qualquer aplicativo do LibreOffice para usar sua nova paleta


Desfazendo:

Se não gostar da paleta... na pasta HOME/.config/libreoffice/4/user/config/ apague o arquivo standard.soc (que renomeamos) e mude o nome do standard.soc.backup para standard.soc e você retornará às cores da paleta anterior.

Fonte e Créditos: aqui
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terça-feira, 15 de julho de 2014

Fazendo estas 20 lições, você poderá programar seu Angry Bird e outros bichos para andar em um labirinto, utilizar comandos simples de caminhamento, tomar devisões usando testes e repetição, tudo empregando o mouse (ou os dedos em um tablet) e vendo o resultado em uma animação super-legal!


Comece, na primeira lição, ajudando o Angry Bird a apanhar o porco malvado: Empilhe blocos “Avançar” e “Virar” e pressione “Executar programa” para ajudá-lo a chegar lá.

Para abrir a lição, clique na figura acima ou vá para http://learn.code.org/hoc/1 .
Como eu faço para a lição aparecer em Português?

O tutorial vai abrir na língua que estiver selecionada como a língua preferencial de seu navegador de Internet. Provavelmente já abrirá em Português. Se isto não acontecer, você pode manualmente escolher a língua da lição indo para a parte de baixo da página e selecionando “Português” no menu que aparece lá, como mostra a figura abaixo.

Posso fazer as lições no meu Tablet ou Celular?

Sim! Testamos com um tablet Android e funcionou muito bem.


Cortesia de code.org, uma fundação sem fins lucrativos, dedicada ao ensino de computação.

Se quiser se juntar a nós em nossa sala de aula virtual (LIBERDADE), acesse code.org/join e digite o seguinte código: HLUZJG

Fonte e Créditos: aqui

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O final de 2013 e o início de 2014 foram agitados por dois grandes lançamentos: as duas maiores plataformas de jogos, PlayStation e Xbox, lançaram novas versões de seus consoles, o PlayStation 4 e o Xbox One, da Sony e da Microsoft, respectivamente. Conforme costuma acontecer nessas ocasiões, ambos os lançamentos receberam plena atenção da mídia e dos meios de comunicação.

Por mais interessante que essas plataformas possam parecer, lançamentos desse tipo sempre trazem mais do mesmo: hardware que incorpora os avanços dos últimos anos, gráficos mais realistas, maior poder de processamento e a continuidade de muitas das franquias que fizeram sucesso anteriormente, sendo esta uma das formas mais antigas de trazer os jogadores mais fanáticos para as novas versões dos consoles. Dessa forma, eles esperam poder reviver as velhas aventuras de seus personagens e jogos favoritos em versões melhoradas.

Contudo, desenvolver jogos para essas plataformas é algo para poucos. Para começar, o custo de aquisição do kit de desenvolvimento (que é cotado em algo próximo a US$ 2.500 para o PS4) já afasta muitos desenvolvedores independentes. Em seguida, o grau de complexidade que essas plataformas exigem demanda um número elevado de profissionais trabalhando em equipe e, consequentemente, os custos dos jogos giram hoje em torno das centenas de milhões de dólares. Tome como exemplo o jogo Grand Theft Auto V, considerado o mais caro da história. Lançado em 2013, ele custou US$ 266 milhões, cifra que supera o orçamento de muitos blockbusters hollywoodianos.

Mas se depois de tudo isso você ainda assim tiver conseguido criar seu jogo, estará inevitavelmente “amarrado” aos donos da plataforma (nesse caso, as gigantes Sony e Microsoft), tendo que optar pela necessidade da custosa distribuição de mídias físicas (as caixinhas com os discos que tendem a desaparecer) ou a distribuição digital através do modelo de “app store”. Em ambas as situações, você terá que se submeter aos termos e às condições que essas empresas impõem para a venda de conteúdo através de suas redes de distribuição online.

Situações como essas tendem a afastar a inovação, pois, quando há somas tão grandes em jogo, é compreensível que haja uma maior aversão ao risco e uma grande pressão por lucro. Isso justifica todo o marketing envolvido e a continuidade das franquias.

Não seria bom se o desenvolvimento de jogos fosse mais acessível a uma quantidade maior de desenvolvedores independentes que pudessem colocar em prática ideias e jogabilidades inovadoras? Pois é isso que está acontecendo agora, a partir das plataformas móveis e dos sistemas abertos.

OUYA – o pioneiro

A pioneira delas foi o OUYA (ouya.tv). Surgido de um dos projetos de maior sucesso no Kickstarter, a campanha conseguiu arrecadar mais de US$ 8,5 milhões através da plataforma de financiamento colaborativo, valor nove vezes superior ao objetivo inicial de US$ 950 mil.

A ideia do OUYA é simples: levar os jogos da plataforma Android para a TV e possibilitar o uso de joysticks, da mesma forma como fazem os consoles tradicionais. As vantagens dessa abordagem vão além do conforto de uma tela maior e de um joystick nas mãos: os jogos possuem preços compatíveis com as plataformas móveis (girando em torno de US$ 5) e qualquer desenvolvedor pode disponibilizar seus jogos para o console. Assim como acontece com o Android, não há custo para a aquisição do SDK, e a loja fica apenas com uma porcentagem dos jogos vendidos. Isso é um estímulo à criatividade: quanto mais gente no ecossistema, melhor – ganha a plataforma e ganham os jogadores. Há espaço inclusive para jogos de nicho, como aqueles com visual retrô, coisa impraticável nas plataformas mais “modernas”.

Apesar de custar apenas US$ 99 (um quarto do valor do PS4 e um quinto do XBox One no mercado americano), o hardware do OUYA se assemelha ao de um tablet topo de linha: processador NVidia Tegra 3 quad-core, 1 GB RAM, 8 GB de armazenamento em flash, conexão HDMI com saída 1080p, WiFi 802.11bgn e bluetooth 4.0. É possível até mesmo montar seu próprio hardware e imprimir o case em um impressora 3D.

SHIELD – a aposta da Nvidia

Com abordagem semelhante ao OUYA, a Nvidia lançou seu console próprio, o SHIELD, com o mesmo intuito de dar vida nova aos jogos criados para a plataforma Android. Nesse caso, o apelo principal continua sendo a aposta na mobilidade, mas com a jogabilidade de um dispositivo dedicado: um joystick semelhante aos videogames comuns, LCD de alta definição, alto falantes de excelente qualidade. Além disso, o SHIELD aposta no processador de última geração da fabricante (o Tegra 4) e traz a interessante possibilidade de fazer streaming de alguns jogos do PC para o console ou de eventualmente jogar os jogos na TV através de conexão Wi-Fi.

Tanto o OUYA quanto o SHIELD se beneficiam do ecossistema Android, permitindo a instalação de aplicativos que podem expandir as possibilidade de entretenimento dos aparelhos, ao possibilitar o uso de aplicativos Android, como YouTube, XBMC, Netflix, Plex, Pandora, Google Play Books etc.

SteamOS – foco na distribuição de jogos

O último jogador a entrar nesse campo parece ter sido a Valve, conhecida pela sua plataforma pioneira na venda de jogos online, o Steam. Em 2012, o cofundador da Valve, Gave Newell ganhou as manchetes ao declarar que o Windows 8 era “um desastre”, fazendo com que a empresa apostasse fortemente no Linux ao criar uma distribuição voltada para jogos e para a execução de sua plataforma Steam, o SteamOS. Por sua vez, as Steam Machine nada mais são do que um hardware dedicado com a plataforma SteamOS pré-embarcada. Contudo, o download do sistema operacional foi disponibilizado online para aqueles que desejam montar ou reaproveitar seu próprio hardware.

Do ponto de vista técnico, a aposta faz muito sentido: o Linux é, de fato, uma plataforma muito mais estável e flexível do que o Windows para o desenvolvimento de jogos e já atingiu um amadurecimento que permite seu uso para esse fim. Ao contrário de outros sistemas proprietários, ele não está suscetível a mudanças bruscas de rumo por parte de uma única empresa, gerando incompatibilidades e rupturas com versões anteriores. Como o desenvolvimento do GNU/Linux é aberto e colaborativo, sempre existe ainda a possibilidade de influenciar nos rumos do desenvolvimento e adaptá-lo a necessidades particulares.

Do ponto de vista estratégico, a posição também parece inteligente, pois a empresa cria uma plataforma de jogos que é “hardware agnostic”, ou seja, independente de hardware, focando o negócio na distribuição dos games – que já é a vocação da empresa – e na experiência do usuário.

Ponto sem volta

Resta ainda saber se todas essas iniciativas terão sucesso comercial. Apesar de tudo, não faltam críticos a cada um dos projetos citados: uma busca rápida na Internet e não é difícil encontrar reviews negativos. Entretanto, a minha aposta vai na direção diametralmente oposta: independentemente de sucesso comercial, já é possível pensar em modelos de negócio e distribuição que não eram possíveis há poucos anos. Modelos mais acessíveis tanto ao consumidor final quanto aos desenvolvedores e que contemplam nichos que não eram viáveis até pouco tempo.

A caixa de Pandora foi aberta, e creio que tenhamos chegado a um ponto sem volta: no caso de algum projeto fracassar, outros se sucederão corrigindo eventuais falhas e com a vantagem de ter as experiências anteriores como bússola para se guiar. As oportunidades são grandes, e quem se sair bem sucedido na criação de um mercado de games alternativo ganhará uma boa dianteira em relação aos concorrentes que vierem depois. É ver para crer.

***

11 de julho de 2014 por Kemel Zaidan

Artigo publicado originalmente na Revista iMasters de maio.

Fonte e Créditos: aqui

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Codebender: Programe seu Arduino usando o Navegador Web


Para desenvolver códigos com Arduino, normalmente nós precisamos instalar uma IDE, que possui um conjunto softwares, drivers, definir permissões, etc... 
Com Codebender, você pode programar o Arduino diretamente do navegador. Não há necessidade de encontrar, instalar, atualizar e gerenciar bibliotecas e drivers, pois o Codebender faz isso para você. Basta instalar o plugin do navegador, seguir o guia de introdução.

Passos para usar a primeira vez

Abra o navegador web "Firefox" e acesse o endereço http://codebender.cc/
Crie uma conta, usando o botão "Sign Up" ou faça login usando uma conta "Google", clicando no botão "Log In" e procedendo como já você já faz em outras situações em que usa a conta.

Depois que estiver logado, caso o navegador não peça automaticamente para instalar o "plugin", procure e clique em "Add to Firefox" e siga as instruções de instalação


Clique no botão "Permitir" e aguarde o download ser concluído. 


Download em andamento...


Clique no botão "Instalar agora" e ao final reinicie o firefox para concluir a instalação. 


Agora com "plugin" instalado, já podemos escrever nosso primeiro código e nada mais justo que fazermos o "Blink":

Encaixe o cabo USB em sua Plaquinha Arduino;
Clique em "+Create sketch" para abrir a tela de programação.


Na tela que se abrirá:

Selecione o modelo da sua placa Arduino, no meu exemplo estou usando uma "Arduino Duemilenove w/ ATmega328", escolha a sua de acordo com a necessidade;
 Teoricamente o sistema vai encontrar automaticamente a porta USB em que a placa foi conectada, em meu exemplo "/dev/ttyUSB0", caso seja necessário faça as devidas modificações de portas;
Como estou usando GNU/Linux, precisamos permitir que o navegador escreva diretamente na portal em que o Arduino foi conectado, no meu caso o comando em um terminal é "sudo chmod 777 /dev/ttyUSB0 + enter";
 As demais configurações eu deixei como padrão, porém de acordo com as suas necessidades e conhecimento, fique a vontade para modificar.


Configurações terminadas, basta escrever o seu código da mesma forma que escreveria se estivesse usando a IDE do Arduino.
Use o botão "Verify Code" para fazer a checagem de erros no Código;
Use o botão "Run on Arduino" para fazer o Upload do Código para a placa Arduino, se tudo deu certo o LED de testes (pino 13) do Arduino, vai começar a piscar.


Assista abaixo um vídeo (em Inglês) sobre o Sistema


Se quiser ver mais alguns exemplos de código, acesse o nosso Curso de Arduino, alertamos que o mesmo esta em processo de construção.
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